Devido a atualidade do assunto, resolvi publicar novamente este post (Publicado originalmente em 15/06/2007), abrindo desta forma o espaço para uma maior discussão e reflexão sobre o problema.1. Sendo o casamento não sujeito a um padrão bíblico, judicial e cultural universal, entende-se que Deus o concebe conforme o tempo, cultura, costume e padrões normativos da sociedade, desde que não infrinja os princípios estabelecidos na Bíblia Sagrada, dentre os quais a heterossexualidade e a fidelidade conjugal (Gn 1.27, 2.22-25; Ex 20.14, 17; 1Tm 3.2;).
2. Não há na Bíblia Sagrada, nada que fundamente a idéia de que para ser reconhecido por Deus, o casamento precise de uma certidão ou contrato, quer estabelecido pelos pais, pela religião ou pelo Estado. A prova disto é que os casamentos que não foram realizados ou regidos por tais instrumentos, eram diante de Deus reconhecidos e válidos (Gn 1.27-28; 24.58-67; 29.21-30; 41.45; Ex 24.1; 1Sm 18.27; Rt 4.9-13; Mt 1.24-25, etc.) O contrato de casamento é mencionado apenas no livro apócrifo de Tobias 7.13, e mesmo assim com caráter descritivo e não prescritivo ou normativo.
3. Os contratos de casamento, a princípio estabelecidos pela família em algumas sociedades antigas, sem a interferência do Estado, vindo a fazer parte do universo jurídico apenas num passado recente, eram motivados por questão de ordem material e não afetiva. Não era a legitimação do casamento a preocupação inicial, mas sim, a partilha dos bens ao final deste.
4. Só a partir do século IX a igreja (católica), começou a chamar para si a competência para regular de forma exclusiva a toda matéria matrimonial, vindo no Concílio de Trento em 1553 dar ao casamento a condição de sacramento da Igreja. Até então, desde a Igreja Primitiva, não havia dificuldade no reconhecimento do casamento conforme os padrões sócio-culturais, desde que fundamentado nos padrões bíblicos, conforme já citados.
5. No Brasil, a Igreja no seu princípio seguiu as diretrizes da Constituição Republicana de 24 de Janeiro de 1891, no art. 72, parágrafo 2°., que reconhecia apenas o "casamento civil", e do Código Civil que vigorou a partir do 1° de Janeiro de 1917, cujas disposições só reconhecia como válido o casamento civil celebrado pela autoridade secular. Entendendo se dever cívico de submissão às autoridades constituídas (Rm 13) e da preservação dos bons costumes (padrão culturalmente instável), a Igreja Evangélica, sem maior reflexão bíblica, privou do batismo nas águas e consequentemente da santa ceia, aqueles novos crentes congregados que se encontravam diante da "lei" irregulares e marginalizados em virtude de sua união conjugal não seguir as diretrizes legais de então quanto ao casamento ou o reconhecimento do status de família. Com os graves problemas que esta exigência jurídicas causou, uma vez que não eram reconhecida pelo Estado as uniões conjugais estáveis, acontecia que no momento da separação entre estes "casais", a mulher sempre sofria prejuízos na partilha (quando havia partilha) de bens e em outras questão básicas.
6. Diante deste quadro, partindo de mudanças no Direito Tributário, o Estado acabou por reconhecer através da Constituição de 1988 em seu art. 226 parágrafo 3°, a união estável entre homem e mulher como entidade familiar, caracterizada pela c
onvivência pública, contínua e duradoura com o objetivo de constituir família. Tal artigo foi regulamentado pela Lei 9.278 de 10 de Maio de 1996 e pelo novo Código Civil de 10.01.2002 em seu art. 1723. O Estado com isso corrigiu um erro e uma injustiça, retomando o principio dos primórdios da sociedade onde "o fato do casamento era por si reconhecido e satisfatório. Tais mudanças nas leis do país não quebraram nenhum principio bíblico referente a vida conjugal entre homem e mulher, ao contrário, consolidaram o referente princípio.
onvivência pública, contínua e duradoura com o objetivo de constituir família. Tal artigo foi regulamentado pela Lei 9.278 de 10 de Maio de 1996 e pelo novo Código Civil de 10.01.2002 em seu art. 1723. O Estado com isso corrigiu um erro e uma injustiça, retomando o principio dos primórdios da sociedade onde "o fato do casamento era por si reconhecido e satisfatório. Tais mudanças nas leis do país não quebraram nenhum principio bíblico referente a vida conjugal entre homem e mulher, ao contrário, consolidaram o referente princípio.7. Não há no Novo Testamento nenhuma exigência para o batismo nas águas relacionada com "contratos ou certidões de casamento", aliás, as únicas exigências são arrependimento, fé, consciência e livre vontade (Mc 16.16; At 2.38-41; 8. 36-37). A história e a Bíblia (Mt 15.3) nos revelam os riscos de se colocar a "tradição" acima da Palavra de Deus promovendo com isto a injustiça.
8. É no mínimo contraditório o fato de se negar o batismo nas águas para os crentes que já nasceram de novo, participam ativamente da vida congregacional, contribuem com seus dízimos, dão ofertas, evangelizam e fazem parte dos órgãos de cânticos. Alguns são líderes, ensinam na Escola Dominical e são batizados com o Espírito Santo, só não podendo assumir funções "oficiais" e participarem da Santa Ceia.
"Respondeu então Pedro: Pode alguém porventura recusar a água, para que não sejam batizados estes, que também receberam como nós o Espírito Santo?" (At 10.47).
"Respondeu então Pedro: Pode alguém porventura recusar a água, para que não sejam batizados estes, que também receberam como nós o Espírito Santo?" (At 10.47).
Mudar é incômodo, mas por vezes é necessário. Mudar com responsabilidade, avaliando as conseqüências das mudanças é essencial. O desejo por mudança, por bem intencionado que seja, acaba mexendo com padrões fortemente estabelecidos, rígidos e arraigados em qualquer instituição. Não quero ser simplista, visto que a questão exige uma análise cautelosa. Entendo que cada caso deve ser analisado com critério e seriedade.
O pensador e questionador corre o risco de ser mal interpretado e até "excomungado" (Jesus, Paulo, Lutero, Luther king e outros que o digam). Pensar diferente nem sempre é pensar errado. Pensar criticamente é necessário. Pensar biblicamente é sempre certo. O propósito desse texto é fazer pensar, refletir, gerar discussão, debate, pois só assim os erros podem ser corrigidos, as mudanças podem acontecer e a justiça pode ser promovida.
Referências Bibliográficas
Código Civil e Constituição Federal. São Paulo: Saraiva, 2003.
CAMPOS, Alzira Lobo de Arruda. Casamento e família em São Paulo colonial. São Paulo: Paz e Terra, 2003.
ENGELS, Friedrich. A origem da família, da propriedade privada e do Estado. São Paulo: Centauro, 2002.
MAGALHÃES, Rui Ribeiro de. Direito de família no novo código civil brasileiro. 2. ed. São Paulo. Editora Juarez de Oliveira, 2003.
THERBORN, Göran. Sexo e poder: a família no mundo 1900-2000. São Paulo: Contexto, 2006.
Referências Bibliográficas
Código Civil e Constituição Federal. São Paulo: Saraiva, 2003.
CAMPOS, Alzira Lobo de Arruda. Casamento e família em São Paulo colonial. São Paulo: Paz e Terra, 2003.
ENGELS, Friedrich. A origem da família, da propriedade privada e do Estado. São Paulo: Centauro, 2002.
MAGALHÃES, Rui Ribeiro de. Direito de família no novo código civil brasileiro. 2. ed. São Paulo. Editora Juarez de Oliveira, 2003.
THERBORN, Göran. Sexo e poder: a família no mundo 1900-2000. São Paulo: Contexto, 2006.





64 comentários:
Bravo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Adorei este blog.
É legal ter um espaço assim pra debater temas gerais com cristãos, na igreja nem sempre podemos por diversos motivos, o meu é ser mulher...
“Pessoas medíocres falam de pessoas, pessoas comuns falam sobre coisas, e pessoas sábias falam sobre idéias”.
Concordo com tudo.
Já comentei algumas vezes o tema na igreja, mas, como o texto abaixo mesmo diz, não fui muito bem interpretada.
10. O pensador e questionador correm por vezes os riscos de ser marginalizado, mal interpretado e até "excomungado" (Jesus, Paulo, Lutero, Luther king e outros que o digam). Pensar diferente nem sempre é pensar errado. Pensar criticamente é necessário. Pensar biblicamente é sempre certo. O propósito desse texto é fazer pensar, refletir, gerar discussão, debate, desconforto, pois só assim os erros podem ser corrigidos, as mudanças podem acontecer e a justiça pode ser promovida.
Adorei isso!
Parabéns, Pastor Altair
Aceitei a Jesus a 5 anos, e ainda ñ fui batizada nas águas, pois a igreja ñ aceita , ñ sou casada legalmente com meu esposo,moro com ele a 8 anos. Embora aceite meu dizimos e ofertas. Mais como eu sigo a um Deus Fiel, sou batizada no Espirito Santo. obrigada muita paz
É isso aí, pastor.
Sempre tive essa visão a respeito desse assunto, e desde criança. A santa ceia é um convite e ao mesmo tempo uma ordenança de jesus "Isto é o meu corpo ofercido por vós; fazei isto em menmória de mim.
Isso sim, deve ser reparado, porque se o Senhor não nos quisesse sem sermos casados ( por diversas maneiras justificáveis), ELe diria a quem pregar o evangelho. Ressaltando que não há motivo para duas pessoas crentes e livres, continuarem juntas sem querer legitimar a união, uma vez que devemos também acatar a lei do país, que "preza" pelo casamento. Existem pessoas fiés a Deus, que desejam fazer parte desse tão bonito ato, mas são desprezadas por não ostentarem uma certidão. Isto não é justo. Mas também tem uma coisa; a igreja tem que observar as condições morais do candidato, não é liberar geral. Afinal de contas, ela é uma instituição da terra, mas representa o Reino de Deus.
Paz do Senhor Pr Altair,
Ao ler a parte abaixo descrita vi algumas coisas que não são realidade, pelo menos na cidade onde sirvo a Deus.
8. É no mínimo contraditório o fato de se negar o batismo nas águas para os crentes que participam ativamente da vida congregacional, contribuem com seus dízimos, dão ofertas, evangelizam, fazem parte dos órgãos de cântico, alguns são líderes, ensinam na escola dominical, e são batizados com o Espírito Santo. Só não podem assumir funções "oficiais" e participarem da Santa Ceia.
Aonde congrego só podem assumir cargos ou alguma função na igreja as pessoas que estão de acordo com a "lei" do matrimônio. Pensemos então que o casamento deve ser abençoado por Deus, diante de um ministro de Deus.Há algum ministro que o fará sem ser o casal casado civilmente?
Quanto ao batismo no Espirito Santo é Deus quem o faz, assim como a salvação, entendo que o impedimento quanto às pessoas que não estão civilmente casadas é para que não haja exageros em nosso meio, nos períodos em que o Pr citou, quando alguém casava-se, empenhava sua palavra e sua vida em um compromisso matrimonial isso era extremamente levado a sério por ambas as partes, na sociedade que vivemos se perdeu muito em relação à honestidade das pessoas até mesmo aquelas que dizer ser enviadas por Deus.
Assim sendo, entendo que há a necessidade de ainda se observar esse costume para o bem da comunidade cristã, assim como mantemos tantos outros bons costumes para conter exageros, não que sejam pecado.
Joao Paulo
www.joaopaulo-mendes.blogspot.com
A paz do Senhor, Pr. Altair!
Pelo que pude observar através da leitura do seu texto, a reflexão que promove, é sobre o direito de batismo de casais que não são casados legalmente? É isso? Essa questão é bem polêmica mesmo... Mas se não existir certa ordem que regule esses casos, pode surgir situações mais confusas e embaraçosas, não acha? Abrir mão de tudo agora, em nome da modernidade, pode ser mal interpretado até pelos próprios membros da igreja, que talvez também comecem a unir-se sem o "documento oficial", porque outros dentro da própria igreja, estão sendo aceitos, mantendo sua "união estável" sem ser reconhecidos legalmente como "casados". É complicado... Onde fica o exemplo?
Mas é bom esse espaço pra promover discussões sadias. Gostei do último parágrafo do seu texto, também concordo que pensar e questionar não é errado, mesmo que, as vezes, não provoque mudança... Em Cristo, Quédia.
Gardênia, o tema realmente gera algum desconforto, mas faz parte da realidade de muitas igrejas.
O propósito é promover a discussão.
Paz do Senhor!
Irmã Lu, assim como você, muitas pessoas enfrentam esta situação que entendo ser contraditória.
Obviamente, as razões pelas quais as pessoas resolvem não casar-se, em cada caso, deve ser analisado.
Paz do Senhor!
Elisomar, realmente cada caso é um caso.
Imagine uma irmã ou irmão, crente há certo tempo, de bom testemunho, contribuinte, ativa(o) nos trabalhos da igreja, batizada com o Espírito Santo, mas não pode ser batizada(o) nas águas em razão do cônjuge (crente ou não), simplesmente não querer. Que culpa tem esta pessoa. É justo e bíblico lhe negar o batismo?
Paz do Senhor!
João Paulo,
em muitos lugares no Brasil, pessoas ocupam cargo de liderança nas igrejas, mesmo sem serem casadas civilmente.
Se Jesus salva e batiza pessoas que não são casadas civilmente, faço uso das palavras de Atos 10.47
"Porventura, pode alguém recusar a água, para que não sejam batizados estes que, assim como nós, receberam o Espírito Santo?"
Sim, vale lembrar que um grande problema diante dos fatos é um tal de rol de membros, que para efeito de organização é interessante, mas acabou por interferir em questões espirituais. Desta forma, muitos fazem parte do rol de membros do céu, mas não podem fazer parte do rol de membros de algumas igrejas locais.
Dá para entender?
Querer explicar o inexplicável é complicado. De qualquer forma, a idéia é promover o debate e tentar chegar a um postura o mais bíblica possível.
Um abraço!
Quédia, concordo que exista "certa ordem", a questão é se a ordem existente não poderia ser mais justa.
Como já falei, quando crentes que vivem em união estável chegam a ocupar cargos de liderança na mesma igreja que lhe negam o batismo em águas, há algo de errado, não acha?
Paz do Senhor!
Realmente complicado.
Etendo a visão do Pr e o amparo bíblico para tal posição.
O fato é que a sistematização da igreja, como o Pr disse acerca do rol de membros que é parte dessa sistematização, nos trouxe benefícios mas com certeza várias interferências na vida pública, pessoal e espiritual dos membros da igreja, separar isso, encontrar o posicionamento correto acerca deste e de outros assuntos é realmente algo que se deve debater exaustivamente e ainda sim não conseguiremos uma comum visão.
Que o Senhor nos ajude a fugir dos dogmas e nos dê graça para refletirmos acerca de algumas coisas em nosso meio que não estão amparadas pela bíblia.
Joao Paulo
Xiiiiii! Chamemos os "bibliocêntricos" imediatamente. Que novidade é essa? Rsrsrsrs
A verdade é que no Brasil já ceiaram crentes não batizados, antes da criação do primeiro Código Civil, e da regulamentação do casamento.
Outro problema é o seguinte: se a igreja casa alguém numa cerimônia religiosa, para fins de direito, está amparada na Lei 1.110. Se o casamento for apenas religioso, qual o suporte legal em caso de separação e morte, por exemplo. A Lei hoje já dá amparo a uniões estáveis sem certidão, mas pode complicar para nosso lado casar nessa situação.
Pergunto: esse tema já foi abordado na CGADB?
Graça e Paz!!!
Nem é bem um comentário, mas uma pergunta : O que basicamente devamos entender como união estável sem confundir isto com pecado??? corre o risco de ser prostituição ???, pois muitos apenas se acomodam com a situação alegando perderem benefícios, como este exemplo particular: Irmã viúva e homem ( não crente) solteiro, portanto o que os impedem de se casar: " ... perderei minha pensão deixada pelo meu marido..." - então Pastor sou do posicionamento Bíblico, gostei muito do seu questionamento e queria que me respondesse, pois primo pela exegese sem premissas e idéias pré-concebidas para se chegar ao sentido tencionado pelo autor Bíblico, assim poderei tirar todas as duvidas que permeiam o assunto e também responda-me: o querer morar junto é em si casamento???
Amigo Daladier,
o tema batismo em águas e casamento foi tratado em Convenção nos anos de 1933, 1937, 1943, 1949, 1962 e 1979, mas nunca sob este enfoque.
Um abraço!
Prezado Tiago Rohen,
minha proposta não é banalizar o casamento, mas buscar uma alternativa menos traumática e constrangedora para os casos aqui já expostos (e outros).
O simples "morar juntos" não é casamento. Há outros fatores que precisam ser considerados.
O próprio código civil não reconhece qualquer "união" como "união estável".
Um abraço!
Caro Altair
Apenas para pôr mais lenha na fogueira, lembrando que,antes de contar a história, a experiência em si mesma não deve ser elemento para justificar uma regra:
Na igreja em que meu pai foi pastor, havia um irmão que vivia "maritalmente" por mais de 20anos em razão da impossibilidade de divorciar-se de sua esposa anterior, que se separou dele. Em razão disso, era impedido de participar de certas atividades na igreja, inclusive a ceia do Senhor.
No entanto, um belo dia, quando o diácono passava com o prato de pão junto ao lugar onde o irmão estava assentado, um pedaço caiu ao seu lado. Ele ficou surpreso com a "coincidência".
Na hora de servir o cálice, outro diácono vinha com a bandeja e passou pelo mesmo local. Também de forma inesperada, sem qualquer intenção, acabou deixando cair um pouco de vinho (ou suco de uva?)ao lado do mesmo irmão. No mesmo instante, o irmão foi batizado no Espírito Santo...
... Mas continuou sofrendo as restrições de praxe que se faz nesse tipo de caso nas Assembléias de Deus e acabou morrendo alguns anos depois sem ter tido a oportunidade de se batizar nas águas.
Isso aconteceu na igreja em que fui membro grande parte da minha vida.
Parafraseando Drumond, "E agora, Altair?"
A paz do Senhor,eu creio que tudo deve partir depois de um dialogo com essas pessoas que estão envolvidas na questão.Se não se casam no papel como manda o critério da igreja por que uma das partes não quer ,a que quer deve ser aceita no batismo.Como eu disse; uma conversa resolvem todas as questões.
A paz do Senhor pr. Altair.
As vezes o senhor ataca de "joão sem braço". rsrsrsrs. Essa expressão é usada aqui em minha região, tipo aquela que a gente quer atacar uma coisa, pessoa ou assunto e faz de conta que ñ disse nada. Mas deu pra compreender aonde o sr. quer ou tenta fazer chegar; mas contudo concordo plenamente com as opiniões de que o assunto requer um pouco mais de cautela, mais, bem mais oração e acima de tudo devemos alargar o coração para comentários maldosos e porque ñ dizer perniciosos para futuramente ñ querer culpar este ou aquele pelo fracasso de cada um. Hj, vivemos num antagonismo, onde as permissividades tem se tornado para uns armas mortais, e para outros a vida. Assim, como o Espírito Santo separou a Paulo e Barnabé para a obra que Ele mesmo chamou,e olharmos por esse aspecto, veremos que através da oração e do jejum ao Senhor, é que Deus terá uma posição firme, porém justa para com todos que até hj teem sofrido preconceitos e repressões.
Deus o abençoe; e a todos que estiverem lendo o artigo participem...vamos lá! Graça Souza
Se as pessoas aceitam a Jesus e vivem uma relação estável, porque não se casar civilmente?
E os jovens e adolescentes nas Igrejas será que vão querer "casar civilmente", vendo irmãos com união estáveis sendo batizados?
Sou a favor de uma pessoa com "união estável" ser batizada nas águas só se um dos cônjuges aceitar a Jesus e o outro for incrédulo e não querer se casar, mas se ambos são crentes não vejo motivo para não se casarem.
Pastor Altair, acho que agora entendi o tema central do seu texto: a hipocrisia da igreja...algumas coisas que convêm e outras não...Muito interessante esse ponto de vista... Na paz de Cristo, Quédia.
O caro pastor já leu Hebreus 6.1,2 onde o apóstolo Paulo insta a Igreja a que deixe os rudimentos da doutrina de Cristo: BATISMOS, IMPOSIÇÃO DE MÃOS, ARREPENDIMENTOS DE OBRAS MORTAS...Por que a chamada igreja continua fazendo tudo que o apóstolo dos gentios condena?
Pr. Germano, paz.
Perceba que o colega já está sendo um instrumento do Espírito Santo para auxiliá-lO no preparo da Noiva... Romper com as estrutura humanas e terrenais que nossos amados irmãos foram erigindo ao longo dos anos não é uma tarefa fácil, mas é uma das tarefas necessárias para o ornamento devido da Noiva ...
Se não te excomungarem e/ou excluírem antes, por sua voz profética [claro que há mais profetas], a AD vai estremecer...
Eu já tive que decidir batizar ou não pessoas com sinais evidentes de conversão, em situações como essa. O que fiz?!!
BATIZEI-A-AS.
Receber dízimos e ofertas desses, todo tipo de líder quer... ficar nos finais de culto chamado irmãos nessas situações de irmãos, todo pastor chama... principalmente pra eles não irem pra outra congregação... mas, na hora de batizá-las, ficou cheios de "senões"... cheios de falsa santidade...
Um outro assunto interessante é a questão de dar a ceia ou não a quem não é batizado [alguém levantou essa bola por aqui].
Se se converteu, ninguém precisa ser batizado antes... pelo menos, eu desconheço qualquer diretriz bíblica que me proíba praticar tal ato.
Abraços e parabéns!!!
Pr.Altair, a paz do Senhor
REconheço que o irmão está se colocando como Lutero ao abordar certos assuntos normativos na AD de quase cem anos.
Ore a Deus e prepare-se para enfrentar a santa inquisição daqui a pouco. Ainda bem que o irmão não está sozinho. Há mais gente somando com seus posicionamentos. Sinceramente não entendi quando certo pastor conceituado me disse: a pessoa não casada civilmente pode fazer parte da Igreja, mas não da igreja. Quer dizer que ela pode ir para o céu mas não pode tomar a ceia do Senhor (pergunto).
Espero que saiamos mesmo do culto hipócrita e da religiosidade que está matando a vida espiritual de muita gente boa.
Nobre amigo e pastor Geremias do Couto, haja lenha para esta fogueira!
Que belo testemunho, pena que haja pouca sensibilização e coerência sobre o assunto.
Paz do Senhor!
Irmã Graça, obrigado pela participação e incentivo.
A cautela é indispensável em quaisquer questões polêmicas e difíceis.
Paz do Senhor!
Irmã Myriam, sou favorável ao casamento. Quem ama e é livre para casar, não vejo também motivos para protelar o fato, como também não vejo motivos não não se tratar os casos já mencionados no post e comentários.
Paz e Graça!
Rick Marques, vários pontos precisam ser revistos pelas igrejas na atualidade.
Tudo porém dever ser feito com bastante discussão, análise e prudência.
Um abraço!
Nobre anônimo,
se "como Lutero" o irmão fala do perfil contestador e crítico de minhas abordagens, como também do zêlo pela Palavra e da indignação para com as tradições anti-bíblicas vivenciadas na igreja, a comparação é bem vinda.
Quanto a inquisição, graças a Deus que é coisa do passado. Meu propósito, contudo, é levar as discussões para as mais altas instâncias, e junto com os que comungam do mesmo pensamento e não têm medo de mostrar a cara, discutir as questões biblicamente e equilibradamente.
Um abraço!
A Paz do Senhor para todos, concordo com a visão do Pastor Altair, se faz necessário fazer uma análise sobre o nome "União Estável", hoje a Magna Carta, admite a possibilidade de duas pessoas solteiras, livres sem impedimentos, adquirirem através de uma Ação Judicial, que é o reconhecimento da união estável, os mesmos direitos de um casal que adotaram a forma comum de um casamento, qual seja, o civil ou religioso com efeito civil,onde poderá optar por um dos quatro tipos de regime: comunhão parcial(art. 1.658), comunhão universal(art. 1.667), participação final nos aqüestos(art. 1.672), separação de bens(art. 1.687), ambos do atual Código Civil pátrio, estando a união estável comparada com o regime de casamento da comunhão parcial de bens. Mas acredito que seria um problema fácil de se resolver, ou as pessoas que estão muitas vezes constrangidas nas igrejas procuram através da Ação Judicial de reconhecimento de união estável solucionar este problema ou procuram casar-se normalmente que seria bem, mas fácil, já que os dois não têm impedimento. Sei que um dos motivos das pessoas que passam por esta situação em tela, de não querer casar é porque recebe alguma Pensão de um outro relacionamento, assunto este já comprovado que não é motivo para perder o que já está recebendo.
MEUS AMADOS, SERÁ QUE A CGADB, É SUPERIOR A BIBLIA? SERÁ QUE AS CONVENÇÕES ESTADUAIS NÃO SÃO AUTONOMAS...OU SÃO OBRIGADAS ACATAR DECISÕES QUE FACILITA O ADULTÉRIO NA IGREJA...PORQUE TANTA ANIMAÇÃO DESSES CRENTES AÍ? DEUS TENHA MISERICORDIA DA SUA ASSEMBLÉIA DE DEUS.
Obrigado por ter posto meu comentário!
Pr. Altair sou admirador de seus comentarios, um dias nos encontraremos e lhe falarei...só acho que assuntos de nivel ministerial deveria ficar neste nivel ou forum, pois de outra maneira só gea plemica...Desculpe , meu proposito não foi ofender a ninguem.
Pr. Altair, estou muito feliz em participar deste blog, é cada fornalha!!!
Será esta mais uma daquelas situações em que teremos que pedir desculpas aos que no passado foram excumungados do nosso meio, como no caso do uso da televisão, relógio, paletó "rasgado" atrás, e outras esquisitices?
Cresci ouvindo e aprendendo que um casal que esteja vivendo esta "uma união estável" (amaziado) está em adultério perante a Bíblia. Agora a lei diz que os tais estão vivendo legalmente. E então, deixará de ser adultério porque a lei mudou as regras?
Como sabemos, este será um dos temas da próxima AGO da CGADB, vamos esperar para ver o que será decidido pelo plenário. Seja como for, a chapa vai esquentar.
Aproveito para mandar um abraço ao Pr. Geremias do Couto, nosso amigo.
Graça e Paz.
Concordo plenamente e dou graças ao SENHOR! Outrossim, achei contraditódio o senhor dizer que elas não poderiam ocupar cargos oficiais e participar da Ceia. Ficou no zero a zero, não acha??????? (favor responder para mim no barranc40@yahoo.com.br - sou o pastor Reginaldo da Igreja Pentecostal Coluna de Betel em Goias-GO onde já adotamos este pensamento) Deus te abençoe muito!
Amado Pr. Altair,
Paz do Senhor,
Vejo que o Espírito Santo está mudando as formas de manifestar as profecias e revelações, agora o faz através dos blogueiros cristãos. Glória a Deus por isso!
Sirvo ao Mestre numa cidadezinha do interior da Bahia.
Em nossa igreja tem um caso interessante: uma japonesa enviuvou-se e uniu-se a um japonês, igualmente viúvo. Tempos depois a senhora abraçou o Evangelho de Cristo e tem dado bom testemunho. Ocorre que pelas tradições japonesas eles não se casam novamente em caso de viuvez. Antes reverenciam os seus pares falecidos, ostentando suas fotografias pelos quatro cantos da casa.
Esta irmã diz que deseja muito se batizar. Ela já tem mais de 70 anos e até sonhou com Jesus visitando-a e dizendo: "Tem que ser batizada e Comer o pão e beber o vinho".
Provavelmente ela não viverá muitos anos e sofro com este dilema, juntamente com ela.
Pr. Pedro Santa Inês
Taperoá/BA
Pastor Altair a paz do Senhor, pela primeira vez entro neste "blog" e de ante-mão digo que que tem sido uma "arma" de grosso calibre no tocante a tirar dúvidas e aperfeiçoar conhecimentos, independente do tema abordado... por falar nisso, fui esclarecido e tirei minhas conclusões aserca do assunto.
Um abraço a sua pessoa e a todos os comentaristas.
OLA, PR A PAZ DO SENHOR, GOSTEI MUITO DO ARTIGO, E CONCLUI QUE A MELHOR COISA A FAZER É ANALIZAR CADA CASO, POR EXEMPLO O DA SENHORA JAPONESA PORQUE NÃO BATIZA-LA?? UM ABRAÇO A TODOS, SOU PASTOR JOEL BARBOSA ASS. DE DEUS MANANCIAL DE VIDA EM CEILÃNDIA DF
A Paz do Senhor !
Pr.Altair,
O problema não é o casamento em si, mas a falta de investimento bíblico e espiritual por parte da liderança das Igrejas. Tenho orado prá que os temas à serem discutidos em nossa AGO de 2009 seja, acima de tudo, decidido com muita oração e aplicação bíblica. O casamento é algo instituído por DEUS e a chamada união estável, prá mim, é querer "divinizar" o adultério. Que DEUS nos guarde disso.
A paz do Senhor a todos,
Porque alguns taxam UNIAO ESTAVEL de adultério? Não é...adulterio é quando alguem que CASADO tem um caso extraconjugal. E isto é sim pecado. União estavel é uma forma de legalizar uma relação e tem regras pra isso leiam a lei art. 1.723 do novo Código Civil,endiante. Não estamos sendo hipocritas ao JULGAR as pessoas? Veja que muitos são os adulterios dentro do casamento e não tem nada haver com UNIAO ESTAVEL.
Dentro do tema proposto imaginem, um casal separado judicialmente devera converter sua separação em divorcio para so entao casar, ocorre que nem sempre o/a Ex colabora por nao serem crentes, e tem toda demora no judiciario que conhecemos. Porque não poderá este casal declarar sua União Estavel e casar na igreja? ainda mais se este casal trabalha na igreja? é dizimista, etc...?
Na verdade a união estavel nada mais é que o anterior casamento religioso,e acriação da lei teve como objetivo regularizar a situação patrimonial entre o casal.
Lembro de um Jesus que nunca discriminou as pessoas,sentava com eles e comia. Sabe estas discriminaçoes são muito dura e crueis porque vejo que casais que amam verdadeiramente ao Senhor e sua igreja, acabam afastando-se por não lhes ser permitido recomeçar uma vida. Engraçado, os drogados ou viciados, bebados ou prostitutos é dado recomeçar, mas aos separados, que muitas vezes ne foram os responsaveis pela separação, e que desejam recomeçar uma familia, NAO.
Não acham que a igreja deveria no minimo avaliar caso a caso?
Obs: Sou advogada, crente e atuante no ministerio da igreja.
Paz do Senhor Jesus a todos.
ShaLom!
Que D'us abençoe ao Pastor e todos que o apoiam.Estamos precisando de pessoas que transmita o que esta na Palavra de D'us e não criador de Dogmas que acabam impedindo pessoas que querem levar uma vida com Cristo. Parabéns, estarei orando por vocês.
Pr. uiguison
Pr. Altair
Como sempre revelando o quanto liberal o Sr. é. No entanto, o conservadorismo nunca fez mal a ninguém, somente incomoda àqueles que lutam para acompanhar as inovações mundanas. Ofereço-lhes uma lista de liberações que deveriam também ser assumida por tais contextualizados:
1. Ordenação de mulheres a pastoras;
2.Ordenação de ministros sem serem batizados no Espírito Santo;
3. Uso de brincos e pinturas tanto para homens (tanto quanto para mulheres, pois muitas já usam);
4. Usar todos os ritmos musicais nos cultos com danças e gingas;
5. Fazer uma liturgia teatral com direito a filmes e aplausos. assobios e gritos;
6. Alguém gostaria de completar a lista...
Paulo se dirigia aos Coríntios da seguinte maneira: Não vos posso falar como a espirituais, mas como a carnais. Que lástima ler os comentários sobre brincos, comprimentos de saias, batismos que Paulo manda deixar (Hb 6.1,2). Quando é que vocês vão se ver como a espirituais, submetidos a Jesus Cristo homem? http://jesuscristohomem.blogspot.com
este como outros temas, são de muito valia vir a debate!
FRAM
Pr.ALTAIR
AS VEZES FICO PENSANDO O QUE SERÁ DOS ULTIMOS DIAS DO POVO DE DEUS NA TERRA,CONCORDO EM QUE TEMOS QUE ANALISAR CADA CASO É UM CASO.MAS ACREDITO QUE OS PROPRIOS CRISTÃOS QUE ESTÃO NESSE SITUAÇÃO, QUE DEVERIAM ORAR A DEUS E CERTAMENTE FAZEREM A SUA PARTE, HÁ CASO QUE O POVO SE APROVEITA PRA FUGIR DE SUAS RESPONSABILIDADES COM SEUS CONJUGES, SE PODEM CASAR NO CÍVIL E NÃO FAZEM TEM ALGO ERRADO, E OS CASOS DE QUE NÃO PODEM, CONFIO QUE O SERVO DE DEUS(PASTOR)ORANDO JUNTO COM OS ENVOLVIDOS, DEUS QUE NÃO FAZ CONFUSÃO OS GUIARÁ PRA FAZEREM O MELHOR DENTRO DA SUA SOBERANA VONTADE.
PARABÉNS PELO ESPAÇO!!! MESMO QUE AS VEZES NÃO CONCORDE COM TUDO QUE O AMADO ESCREVE,MAS ME FAZ PARAR, REVER OS MEUS CONCEITOS,TO CRESCENDO....
DEUS O ABENÇÕE E CONTINUE NESSA FORÇA.
Muito bom seu raciossineo pastor, me abriu a mente com relação a esse tema tão descriminado.
Graça e Paz!!!! Parabéns pastor por ter a coragem de abordar um assunto tão polêmico e que pode colocá-lo como um pastor "moderno e desviado". Há muito tempo eu venho refletindo sobre esse assunto, e também sobre as moças que vem do mundo para a igreja mas não podem se casar pois não são "virgens", e como fica a expressão "eis que tudo se fez novo", "nova criatura"?, etc... concordo com uma moralização, para que não haja libertinagem.. Mas vamos analisar o seguinte, uma viúva que recebe algum tipo de benefício do falecido marido e que conforme regulamentação de órgãos competentes, venha a suspender esse benefício caso a referida viuva contraia novo casamento, ela é crente, batizada com o Espírito santo mas mora estavelmente com um novo marido, sem "oficializar" essa união, pois e o fizer perderá o benefício. A igreja não batiza, mesmo ela sendo batizada com o Espírito Santo. A igreja diz que ela vai para o inferno e que é melhor perder o benefício do INSS do que ir para a perdição. Mas ninguém oferece uma única ajuda financeira par que ela se case e possa viver sem o benefício. Por isso eu acho que o seu assuto foi devidamente abordado e nos leva para uma Reflexão.
Valdedci
PARECE ATE PARADOXAL, MAS CONCORDO COM IRMAO, NOSSOS IRMAOS NAO PODEM PARTICIPAR DA CEIA AQUI NESTA VIDA,POR INTERPRETAÇÃO ERRONEA NO ENTANTO SERAO SERVIDA FUTURAMENTE NA GREANDE CEIA COMO NOS SOMOS ENSINADOS NA EBD. OUTRO FATOR JESUS NAO CONVIDOU NINGUEM PRA TER UMA CERTIDAO DE CASAMENTO E SIM PARA SER CRENTE E SEGUIR SUA PALAVRA
A PAZ DO SENHOR JESUS.
LENDO HOJE O SEU BLOG SOBRE ESSE ASSUNTO ME DEIXA MAIS ALIVIADA.POIS JÁ SOFRI BASTANTE DISCRIMINAÇÃO POR NÃO TER UMA CERTIDÃO DO CARTÓRIO.VIVO COM MEU MARIDO A 20 ANOS TEMOS TRES FILHOS E FAZEM 13 ANOS QUE ACEITEI JESUS COMO MEU UNICO SALVADOR.MAS SOU IMPEDIDADA DE PRESTAR SERVIÇOS NA IGREJA POR NÃO SER CASADA.E ISSO ME FAZ SOFRER MUITO.E SEI QUE O CASAMENTO CIVIL FOI CRIADO DEPOIS DE CRISTO.ESPERO QUE ESSES CASOS SEJAM VISTOS COM MUITO AMOR E ATENÇÃO PELOS PASTORES.PORQUE CADA CASO É UM CASO.JÁ ESTIVE EM UM CARTORIO E A JUIZA DISSE QUE PELO TEMPO QUE VIVO COM MEU ESPOSO NADA IMPEDE QUE EU SEJA BATIZADA.APENAS É UMA EXIGÊNCIA DA IGREJA.TOMARA QUE TUDO SEJA ESCLARECIDO.
PARABÉNS QUE O SENHOR JESUS TE ABENÇÕE PODEROSAMENTE.
PB. CARLOS - AD CEARÁ.
Caro Pastor, sem dúvida alguma és um homem de Deus que contribui e muito para o Reino do Senhor.
No entanto, acho-me no direito de ao menos interrogá-lo acerca de algumas coisas.
O senhor citou a Constiuição para amparar seu pensamento acerca da união estável.
Não nos esqueçamos que existe uma grande possibilidade de a união estável ser legalizada no nosso País. Diante deste fato pergunto: será que a igreja passará a apoiar tal conduta unicamente por estar amparada por Lei?
O senhor citou também o fato de na Bíblia não haver restrições quanto ao casamento quando se refere ao batismo, mas é lógico que ao falar do batismo, não seria necessário falar novamente todas as doutrinas ali contidas.
EIS O TEXTO DO SEU BLOG:
Graça e paz Querido irmão.
É no mínimo contraditório o fato de se negar o batismo nas águas para os crentes que participam ativamente da vida congregacional, contribuem com seus dízimos, dão ofertas, evangelizam, fazem parte dos órgãos de cântico, alguns são líderes, ensinam na escola dominical, e são batizados com o Espírito Santo. Só não podem assumir funções "oficiais" e participarem da Santa Ceia.
PS: postei como anônimo por causa de um problema na senha.
PR.ALTAIR GERMANO
ESTOU MUITO FELIZ POR TER ENCONTRADO ESSE SEU BLOG, QUE TRAZ ASSUNTOS IMPORTANTES PARA A DISCURSSÃO PUBLICA COISA QUE MUITOS MINISTROS PREFEREM DEIXAR DE LADO E NÃO EMITIR JUIZO OU OPINIÃO SOBRE TAIS ASSUNTOS QUE O SENHOR TODO PODEROSO CONTINUI TE ABENÇOANDO.
Caro Pastor,
1. Se a união existe, e nessa união há amor, fidelidade, comunhão, etc., o que impede do casal firmar formalmente essa união diante da igreja e da sociedade através do casamento? A igreja poderia ajudá-los a casar-se. Ora, se eu estou desempedido e minha companheira também, nada impede que casemos e, se não casamos é porque há "algo" que impede e esse "algo" talvez nos impeça de descer às águas.
Defendo que os casamentos devem ser por contrato pois, se assim não for, estaremos dando "brecha" para a entrada da carnalidade na igreja (pessoas com duas famílias, pessoas que casam e separam ao seu bel prazer, etc.).
Wendel Marcelo.
Nobre 10krado,
suas colocações e preocupações são relevantes, mas você se esqueceu de incluir um caso.
É justo que uma irmã ou irmão que vive uma união estável com um(a) não crente, ou até mesmo com um(a) crente, não desça às águas batismais, só porque o outro por alguma "razão ou capricho injusticável", não deseje formalizar civilmente o casamento?
Como é o procedimento hoje? Orientam os pastores:
- irmã(o), fique orando para Deus tocar no coração de seu marido/esposa, para que ele sinta o desejo de casar civilmente. Até lá a senhora (ou senhor) não poderá se batizar.
Abraços,
Prezamado pr. Altair Germano
A Paz do Senhor!
Permita-me informar ao sr. Valdeci do Carmo, que a referência a irmã viúva, que não pode casar, porque perderá a sua pensão, é a mostra do estado de nossas igrejas e seus pensantes, de uma maneira contrária à realidade, e adptos ao jeitinho qualquer. A Palavra de Deus não aceita jeitinhos de espécie nenhuma.
A Lei informa, que se casar novamente, perderá o direito ao valor recebido, ou seja, a pensão.
Está errado, aceitar que se esconda, atrás do interesse monetário, a Fé em Jesus Cristo que a permite casar de novo, e assim, não o deseja, e prefere viver no adultério. Pois, não são casados, nem diante de Deus e nem diante dos homens. Existe apenas um acordo verbal e interesseiro, que engana ao governo e não engana a Deus.
Que o Senhor, ajude a controlar os jeitinhos impensados dentro da igreja! Com o Senhor não se brinca!
O Senhor seja contigo!
pr. Newton Carpintero
www.pastornewton.com
Prezamado pr. Altair Germano,
A Paz do Senhor!
Que infelicidade ler tantos comentários com a falta de responsabilidade, dentro dos coraçãos dos crentes.
O comentário abaixo, enviado pelo Pr. Pedro Santa Inês, confirmou a dificuldade da igreja nestes momentos que antecedem o arrebatamento e me deixou abismado com tanta falta de coerência:
"Sirvo ao Mestre numa cidadezinha do interior da Bahia.
Em nossa igreja tem um caso interessante: uma japonesa enviuvou-se e uniu-se a um japonês, igualmente viúvo. Tempos depois a senhora abraçou o Evangelho de Cristo e tem dado bom testemunho. Ocorre que pelas tradições japonesas eles não se casam novamente em caso de viuvez. Antes reverenciam os seus pares falecidos, ostentando suas fotografias pelos quatro cantos da casa.
Esta irmã diz que deseja muito se batizar. Ela já tem mais de 70 anos e até sonhou com Jesus visitando-a e dizendo: "Tem que ser batizada e Comer o pão e beber o vinho".
Provavelmente ela não viverá muitos anos e sofro com este dilema, juntamente com ela."
O pr. deste caso, deveria sofrer sim, pela preocupação em não entender, que a Palavra de Deus está acima das tradições, e orientar ao casal em vida marital, que: ESTÃO ERRADOS DIANTE DE DEUS e da igreja.
A escolha deve ser realizada: A tradição ou a Vontade de Deus!
O Senhor seja contigo!
pr. Newton Carpintero
www.pastornewton.com
Prezamado pr. Altair Germano,
A paz do Senhor!
É incrível, a falta de discernimento de muitos irmãos, e inclusive alguns do ministério, que se apoiam na constituição e esquecem da Perfeita Direção de Deus, segundo a sua Palavra.
São algumas concessões, que assumem o direito de derrotar muitas famílias, pela irresponsabilidade dos pastores, cegos na sua vontade, surdos da vontade de Deus, e mudos pela sua carnalidade, e que se aproveitam, como lobos famintos, à devorar suas OVELHAS, ao tentar agradar os corações já com sentimentos de engano e de aproveitadores do sentimento carnal.
Vou ser direto e objetivo!
Viver: MARITALMENTE, EM CONCUMBINATO, AMAZIADO, ENGANANDO À JUSTIÇA E A LEI FEDERAL, É ERRADO DIANTE DE DEUS, e ponto final.
Se algum comentarista quiser responder a este comentário, o faça, após um momento de oração e reflexão junto a Deus.
O Senhor seja contigo!
pr. Newton Carpintero
www.pastornewton.com
o pr. Newton Carpintero,me prova biblicamente suas posiçoes, quero textos claros por favor que dizem que as pessoas nao casadas nao podem PARTICIPAR da Ceia ou serem batizadas nao se esqueça que biblicamente e nao ASSEMBLHEADAMENTE.
A Paz do Senhor,Pr. Altair.
Esse Pr Newton Carpinteiro nada mais é do que um "religioso legalista".Não pode provar na Bíblia que quem vive em união estável não pode ser batizado nem participar da Santa Ceia e ainda diz a besteira,acho que por falta de conhecimento,de dizer que quem vive maritalmente está fora da lei.Quando João Batista batizava ,não exigia a certidão de casamento,até porque não havia sido instituído o casamento cívil.A igreja só passou a exigir depois da oficialização do casamento cívil e hoje em dia nada mais natural que obedecer a lei e aceitar a união estável.A igreja deve ser a primeira a respeitar a constituição e as leis vingentes no país.Devemos acabar de vez com a hipocresia em relação a esse tópico.O Pr. Newton não quer o batismo dos que vivem em regime de uniãoe estável,mas os dízimos deles,esses sim,ele quer e adora recebêlos.
A Paz do Senhor,Pr Altair.
Fiquei assustado quando li um comentário nesse tópico postado pelo Pr Alessandro Garcia que dizia qie os casais que vivem em união estável são amaziados e praticam adultério.Será que foi Deus quem criou o casamento cívil?Penso que esse pastor acha que foi porque ele disse que esses casais estão fora das leis de Deus.Vou orar para que Deus na sua infinita misericórdia coloque desejo no coração desse pastor para que ele sinta vontade de estudar mais sobre o assunto e não fique postando bobagens.Deus te abençoe,Pr Altair.
O casamento é instituido por Deus, e toda autoridade é constituida por Ele, portanto é necessário que o casamento se faça na lei dos homens também.
Na lei dos homens também tem a opção legal da união estável,caso o anônimo ainda não saiba.Essa falta de conhecimento de alguns e o "legalismo religioso" de outros é que contribuem para que esse problema nunca seja resolvido.Fica na paz,Pr Altair.
A paz do SONHOR.Vejo que temos um assunto bem polemico e com varias formas de pensar.Vou colocar a minha opnião.Na biblia cátolica Tobias passa documento como prova de sua união, tambem era feito com bens matériais sem efeito júridico mais não deichava de existir.Antigamente as pessoas não tinham registros mas elas existinham ao contrario de hoje pois quem não tem registro não e reconhesido.No Brasil os registros se deu em 11-09-1814 para estatísticas e 11-09-1861 para efeito cíveis e religiosos sendo que para pastores de religiões não católicas apartir de 17-04-1863. Segundo a biblía devemos obedecer as altoridades constituidas áte ao ponto em que existe base e princípios biblícos pois DEUS acima de tudo.Então vemos que se não holver registro não a fato consumado e assim é ante biblíco e contra as leis de DEUS. A BIBLÍA diz em Coríntios 7.9 que melhor casar do que abrasar-se, se servimos a DEUS porque não regularisar uma união estável por um casamento, pois nesta situação a luz da biblía, o casal está vivendo em adultério ou prostutuição ai sim tem a condenação de DEUS, acho que não deveriam ocupar cargos na igreja e nem no tacar da santa ceia até que tudo esteja segundo as léis e diante de DEUS.
Já existe um instrumento jurídico chamado "contrato de união estável" feito em um cartório,em que o casal tem legalizado o seu vínculo perante as leis dos homens vingentes no pais.A paz do Senhor Pr Altair.
Quanta ignorância desse tal de Cleuton.Prostituição é quando alguem pratica sexo em troca de dinheiro ou de algum tipo de favorecimento,e adultério e quando um dos dois se relaciona com alguém de fora do casamento.Tem que estudar pra não ficar postando bobagens......Deus tenha misericórdia e abençoe a todos.
Pastor Altair, que tranquilidade em saber que ainda existem homens de Deus que não tem medo de falar a verdade, mesmo que vá contra a direção das tradições de homens.
Faz 2 dias que criei um blog com o título de "Lenda Evangélica" onde a primeira postagem foi sobre o assunto do casamento. Hoje lendo seu maravilhoso e edificante blog, que me deu novo gás, me deparo com esse artigo... que maravilha e parabéns...
Pastor dá uma olhadinha no que escrevi lá sobre casamento... agora vou colocar esse texto do Sr. também que é bem melhor que o meu 1000 vezes...
http://lendaevangelica.blogspot.com/
Caso alguém for olhar ele, desculpem a simplicidade de meu blog, é que estou começando agora... mas Deus vai usá-lo em nome de Jesus...
Fica com Deus...
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